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(Educação e tecnologias: em busca do caminho que aproxime a escola da exigência do mundo)
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Só de fugida… partilhar um recurso magnífico para o qual JL (Herr Mac.) me chamou a atenção há tempos (Livro mais CD). Está relacionado, é claro, com o célebre
How people learn…
How Students learn: History, Mathematics, and Science in the classroom
(2005)
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Um pouco por acaso, acabei por ver também devolvida na pesquisa o capítulo 2 (How Students learn) de um outro livro: Teaching Handbook (Teaching at The Ohio State University). Andei “para trás”… e dei com o dito livro AQUI.
OK. Mais dirigido a professores universitários, mas útil para nós também. E suponho que fosse muito útil em algumas Universidades onde algumas destas questões devem estar um pouco à margem da sua vida quotidiana…
Afinal, tal como é dito no capítulo 2…
As a visiting lecturer at Ohio State some years ago, Professor Tony Grasha of the University of Cincinnati titled his talk, “How Can I Teach You If I Don’t Know How You Learn?” Although Grasha’s question seems perfectly logical, quite amazingly, colleges and universities have traditionally had no formal requirements for any study of learning theory in the backgrounds of the people they hire to teach. The longstanding assumption has been that if one knows a body of knowledge, one can teach it. Recently, this assumption has been questioned and more systematic efforts to prepare graduate students and new faculty for teaching have been undertaken. Knowing how students learn involves exploring theories of cognition and motivation, knowing the backgrounds of the students one will teach, and being aware of differences in learning styles and stages of development among one’s students.
The material offered here will provide an overview of current learning theory, some constructs that have been used by researchers to organize descriptive information on students’ ways of learning, and implications for instructors.
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E, também por acaso, outro recurso interessante
How Students learn
George Brown
A supplement to the Routledge Falmer Key Guides for Effective Teaching in Higher Education series
Anda há pouco estava na aula de Ciências com os meus pioneiros do Scratch e, ao dar um pulinho rápido ao portal português, descubro que os desafios da aula já estavam a frutificar.
Mas frutificaram de forma doce: num aluno que este ano ainda não havia regressado ao Scratch, apesar de ser um programador com muito talento.
Se o acontecimento é alheio ao evento de sexta?
Não. Recolhemos e recolheremos por muito tempo o fruto de terem visto o seu trabalho reconhecido e valorizado. Algo tão simples e tão poderoso.
E mais dois alunos vão regressar. O entusiasmo uniu-os a todos de novo em torno do desafio de chegar mais longe.
Porque vivemos tempos de muitas solicitações e, na vida deles, não há lugar para tudo. Têm de fazer escolhas. E depois alterá-las se sentirem que vale a pena.
Dou-me por feliz quando sinto que os desafios têm eco neles.
A minha Buterfly (só com um t de propósito) saíu da aula com um esboço feito no caderno para um projecto sobre o sangue (aqueles planos dela são sempre preciosos) e o Bocas já levava o dele na cabeça sem me dizer nada.
Falávamos há umas horitas da constituição do sangue e das funções dos constituintes e aí está já um projecto sobre os temas que abordámos hoje na aula… Só mais umas pequenas correcções e fica perfeito (por isso não publico ainda aqui). Podem consultar na sua conta Scratch: http://kids.sapo.pt/scratch/users/bocas

Eles já sabem… quando levo a mão à cabeça e interrompo um pensamento… dizem: Lá vai a professora ter mais uma ideia e fazer-nos uns desafios para projectos no Scratch…
Não se enganam. É mais forte do que eu.
Conhecem-me (tão) bem! (E eu a eles…)