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Arquivo da categoria 'metodologias de investigação'
Handbook of Research on Mathematics Teaching and Learning
Publicado Abril 12, 2009 leituras , metodologias de investigação , recursos FechadoAQUI
In the Field: An Introduction to Field Research
Publicado Fevereiro 28, 2009 leituras , metodologias de investigação , recursos FechadoUm livro interessante de Robert G. Burgess – 1994
(tenho a edição de 2000)
In the Field: An Introduction to Field Research
Robert G. Burgess
Edição de Routledge (Londres), 1984 (2000)
272 páginas

Aprendizagem e prática social: Contributos para a construção de ferramentas de análise da aprendizagem matemática escolar
Publicado Fevereiro 18, 2009 escola , leituras , Matemática , metodologias de investigação , recursos FechadoOrganizar (e partilhar) alguns recursos (para mais tarde regressar…)
Aprendizagem e prática social
Contributos para a construção de ferramentas de
análise da aprendizagem matemática escolar
João Filipe Lacerda Matos
Centro de Investigação em Educação
Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Este artigo organiza e discute as ideias chave de uma perspectiva situada da aprendizagem a partir da visão de Lave e Wenger (1991) procurando centrar-se na discussão (e com o objectivo de expandir a sua utilização) da noção de comunidade de prática e a sua utilização na análise da prática escolar em matemática. Esta discussão é auxiliada pelo seu uso na análise de extractos da actividade de alunos. Finalmente é feito um balanço das potencialidades desta perspectiva e traçadas algumas pistas do caminho a percorrer na busca de um esquema de análise nesta linha.
(30 páginas)
Investigação qualitativa (David Silverman) – recursos
Publicado Fevereiro 7, 2009 leituras , metodologias de investigação , recursos FechadoDavid Silverman is Professor Emeritus, Sociology Department, Goldsmiths College and Visiting Professor, Management Department, King’s College, University of London. He is author/editor of many top-selling qualitative books for Sage London: Interpreting Qualitative Data, 2/e (2001), Qualitative Research Practice (2004), Qualitative Research, 2/e (2004), and Doing Qualitative Research, 2/e (2004). He is also series editor of Introducing Qualitative Methods.(fonte)
Doing Qualitative Research
A Practical Handbook Second Edition
David Silverman’s seminal Doing Qualitative Research can justifiably claim to be `the supervisor in your pocket’ for all PhD and Masters students embarking on their own qualitative research project.
This hugely popular textbook has been fully revised and updated and is one of the few books available that can claim to be essential reading for anyone planning their own research project.
Written in a lively, accessible style, this step-by-step guide provides answers to all the questions students ask when beginning their first research project. Silverman demonstrates how to learn the craft of qualitative research by applying knowledge about different methods to actual data. He provides practical advice on key issues, such as: defining `originality’ and narrowing down a topic; keeping a research diary and writing a research report; and presenting research to different audiences.
Features of Doing Qualitative Research: Second Edition include:
- six new chapters
- case studies of students’ own experiential accounts of doing research
- essential guidance on practical issues such as working with your supervisor or writing up your research
- end-of-chapter ‘researcher’s checklists’
- a range of examples from across the full range of social science disciplines, including sociology, education, health studies and business studies
- the latest discussions of CAQDAS and E-research
- an all new and extended methods glossary
Doing Qualitative Research: Second Edition retains Silverman’s uniquely accessible, hands-on style, walking the student through every aspect of the process of actually doing a qualitative research project.
Packed with case studies and examples of students’ experiences, the book has many features to aid study, including overviews, summaries of key skills and a glossary of terms. Each stage in the research process is grounded in worked examples based on the experiences of real students, with exercises designed both to test readers’ knowledge and to encourage the development of practical skills. (fonte)
Methods for Analyzing Talk, Text and Interaction Third Edition
New to the Third Edition:
- substantially rewritten so as to better match the realities of undergraduate qualitative methods courses
- more worked examples throughout the book to help students work with their data
- Chapter One now provides an extensive discussion of the practical and design issues of how to get started, establish a limited research problem, select a method, address ethical issues, get the information required and plan time effectively
- a completely new chapter on ‘writing up’ which includes a section on theorising from data. Also, a completely new ethics chapter.
- updating of all methods chapters
- in line with current undergraduate benchmarking practice, each section now begins with opening chapter objectives.
Interpreting Qualitative Data, Third Edition is a companion volume to David Silverman’s Doing Qualitative Research: A Practical Handbook (SAGE, Second Edition 2005), a guide to the business of conducting a research project, together with its accompanying volume of key readings, Qualitative Research: Theory, Method & Practice (SAGE, Second Edition 2004), which provides further, more focused, material that students require before contemplating their own qualitative research study. (fonte)
Edited by David Silverman, the book brings together a team of internationally-renowned researchers to discuss the theory and practice of qualitative research. In each chapter, the contributors broaden our conception of qualitative research by drawing upon particular examples of data-analysis to advance their analytical arguments.
The contributors successfully combine a discussion of more traditional methods, with more recent developments in the field; including the use of internet data and researching visual culture.
Illustrated by case studies and practical examples, this student-friendly and engaging text will be an invaluable resource for all students involved in qualitative research across the social sciences. (fonte)
Estudo sobre competências em TIC
Publicado Novembro 28, 2008 escola , metodologias de investigação , recursos , tecnologias FechadoEstudo sobre competências em TIC
(via Miragens de Fernando Costa FPCE UL)
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Métodos de Investigação em Educação
Publicado Outubro 25, 2008 Blogues/Sítios EDUTIC , metodologias de investigação , recursos , tecnologias , web 2.0 FechadoExcelente recurso!
Universidade do Minho
Clara Coutinho
http://claracoutinho.wikispaces.com/
Utilização do WIKI no Mestrado em Tecnologia Educativa
Objectivo: Utilizar as potencialidades das TICs a favor do ensino e aprendizagem na Disciplina de Métodos de Investigação em Educação do Mestrado em Tecnologia Educativa.
O termo wiki é utilizado para identificar um tipo específico de colecção de documentos em hipertexto ou o software colaborativo usado para criá-lo.
O termo “Wiki” significa “super-rápido” no idioma havaiano.
Wiki também quer dizer What I Know Is… ( O que eu sei é…) onde cada um colabora com aquilo que sabe a fim de criar um repositório de dados.
Sim… por aqui a trabalhar (muito).
Pelo caminho às vezes encontramos estas preciosidades à minúscula distância de um clique.
Partilho.
Leituras…
Publicado Junho 5, 2008 escola , leituras , metodologias de investigação , pensar alto , recursos , scratch FechadoComecei pela ética. Gostei do que li. Partilho algumas palavras do livro* em mãos:
“(…) O comportamento ético está intimamente ligado à atitude – a atitude que cada um leva para o campo de investigação e para a sua interpretação pessoal dos factos. Entrar na vida das outras pessoas é ser-se um intruso. É necessário obter permissão, permissão essa que vai além da que é dada sob formas de consentimento. É a permissão que permeia qualquer relação de respeito entre as pessoas.
Na vida quotidiana as pessoas estão constantemente a negociar essa permissão com os outros, mas só raramente os adultos o fazem com as crianças. Nas relações entre adultos e crianças, os adultos são, a maior parte das vezes, aqueles que detêm o saber, dão apermissão e fixam as regras. Na investigação são as crianças que detêm o saber, dão apermissão e fixam as regras – para os adultos. A investigação com crianças vira parte do mundo às avessas. O investigador adulto que se dirige a outro adulto e lhe pede que seja seu professor está afazer uma coisa que já fez inúmeras vezes – os adultos estão sempre a ensinar outros adultos. Na nossa cultura as crianças não ensinam os adultos. Poderão manipular os adultos, mas fazem-no por norma num contexto em que o adulto detém imperativamente o poder. O investigador que trabalha com crianças deverá pensar cuidadosamente no que significa trabalhar neste mundo às avessas.
Deverá também aprender a viver com a realidade de que será sempre um estranho naquele mundo e de que é assim que deve ser. O investigador que pensar que está a ser inteiramente aceite está a viver no mesmo estado de realidade tenuemente construída em que vive o educador de infância que afirma saber tudo o que se passa na sua sala de aula ou o pai que adopta o mesmo tipo de atitude com os filhos. Ninguém conhece totalmente o outro – na melhor das hipóteses podemos aproximar-nos. O que Geertz diz dos adultos é particularmente verdade para as crianças:
Não podemos viver as vidas de outras pessoas, e fazê-lo é um pouco mostrar má-fé. Podemos apenas escutar o que… elas dizem sobre as suas vidas. Qualquer significado que tiremos de como é a vida interior de outra pessoa resulta das suas expressões, e não de qualquer tipo de intrusão mágica da nossa parte na sua consciência. Tudo se passa à flor do entendimento (1986, p.373).
No sexto capítulo descrevemos a postura do investigador como a de uma pessoa humilde. Entra-se no campo como quem implora, de joelhos, autorização para ali estar. Esta postura não deve apenas ser usada como passaporte de entrada, é uma postura para ser mantida durante toda a investigação. Apresentamos també, três pressupostos essenciais que devem servir de base ao trabalho de campo – as crianças são inteligentes, sabem fazer sentido e querem ter uma vida confortável. Um investigador humilde que respeite as crianças que o recebem como uma pessoa inteligente, sensível e desejosa de ter uam vida confortável terá um comportamento ético em relação a elas.
Iniciar uma investigação com crianças com estas atitudes e pressupostos exige uma relação muito diferente da relação tradicional entre investigador e investigado. Não basta dizer que alguém está atratar as crianças da mesma forma que os bons investigadores sempre trataram os adultos. Não é assim tão simples. Não se pode simplesmente tratar as crianças como adultos. Elas não são adultos. Devem ser tratadas como crianças, mas de uma forma que normalemente os adultos não tratam as crianças. E é nisso que reside o desafio. (…)
* Investigação etnográfica com crianças
M. Elisabeth Graue e Daniel J. Walsh
Gulbenkian
Cap. 4 Ética: ser justo
Investigação-Acção (outra vez)
Publicado Abril 6, 2008 Investigação-Acção , leituras , metodologias de investigação , recursos FechadoDepois de uma interessante sessão na última aula de mestrado, da responsabilidade de Maria Isabel Lopes da Silva (ai tantas perguntas que eu fiz!), continuo de volta do tema… porque a complicação deste ano é precisamente ter de fazer tudo em simultâneo: aprender sobre as metodologias, aplicá-las (na medida do possível sem, ou com poucos erros), fazer e logo observar (espero não esquecer muita coisa), reflectir, mudar, acrescentar, aperfeiçoar, voltar atrás, reformular, continuar a observar, a registar… ir estudando as questões teóricas envolventes, com um horário mesmo propício à reflexão… pois… deitar mão a todos os métodos, procurar todas as perspectivas, recolher o máximo de elementos, ter presentes algumas categorias mas estar aberto a surpresas para não condicionar à partida a recolha… uff
Deixo aqui mais algumas pistas para os interessados, a juntar às espalhadas pelo muito mais. Claro, deixo-as também para mim própria (assim mais facilmente deito a mão ao que vou descobrindo…).
Pena que a referência que nos foi dada na sessão “Cornell Participatory Action Research Network” não esteja a funcionar… (pode ser que um dia regresse).
MONOGRAFIAS
Colecção CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO
http://www.dgidc.min-edu.pt/inovbasic/edicoes/livros/cce/index.htm
Práticas educativas e construção de saberes: metodologias da investigação-acção. (1996)
Maria Isabel Lopes da Silva

Chapter 14.1
(Muitos) Recursos: Metodologias de investigação
Publicado Março 23, 2008 leituras , metodologias de investigação , recursos FechadoFaculty of Education
University of British Columbia
EDUC500 “Resources for Research Methodologies”
Investigação-Acção e… intervenção
Publicado Março 20, 2008 escola , Investigação-Acção , leituras , metodologias de investigação , recursos 1 CommentAna Benavente, António Firmino da Costa e Fernando Luís Machado













