Arquivo de Setembro, 2007

Project-Based Learning (Recursos no ISTE)

ISTE – International Society for Technology in Education

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Your Learning Journey begins now, with a focus on Project-Based Learning. In the coming months, the Journey will cover new territory—stay on board for what is certain to be a great ride.

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Second Life, Te Yalin, Second UA, ISTE… falta de tempo…

 .

……………………………………………………………………….

Resolvi fazer uma pic renovada da Te, tal como é neste momento e acrescentá-la na lateral
O tempo tem sido pouco (há mesmo muito que lá não conseguia ir) mas hoje precisei de passear por 10 minutos e isso só se consegue no SL. Não encontrei ninguém, mas procurei as novidades no ISTE que tem um espaço no Second Life (integro o grupo e, por vezes, acontecem palestas com especialistas e professores, com bastante interesse. Recursos úteis.)

Até falhei a abertura do ano lectivo da Universidade de Aveiro (com transmissão directa na Second UA – ver aqui informação no site da UA) e fiquei com pena. Simultaneamente uma distracção e uma consequência da correria deste ano. Procurarei estar mais atenta às iniciativas, pois este é um projecto de vanguarda que desejo acompanhar. Só posso crescer e enriquecer-me com o entusiasmo, a persistência e a visão de uma Universidade que produz equipas assim, que se abrem ao encontro de quem deseje. Saudades dos encontros semanais. Acompanharei todos os que conseguir!

A Te (eu?) no ISTE

Sísifo – TIC e Inovação Curricular

SíSIFO

Revista de Ciências da Educação
Unidade de I&D de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa
Direcção de Rui Canário e Jorge Ramos do Ó

Número 3 – TIC e Inovação Curricular

in english —–> HERE

Educational Sciences Journal Educational Sciences
R&D Unit of the University of Lisbon
Edited by Rui Canário and Jorge Ramos do Ó

Current Issue ICT and Curriculum Innovation

edigital (um mundo a explorar)

A edigital, revista e melhorada , chegou finalmente ao vosso convívio! 

Não precisa de mais palavras… Vão até lá!


Junto com ela, chega também o NexusÁrea de intervenção? Tecnologias na Educação.

Muito material, muitos recursos, muitas e variadas pistas/fontes de aprendizagem (para alunos e professores).

Mojiti, ferramenta para personalizar vídeos

http://mojiti.com/

Foi aqui, no blogue Educação, Matemática e Tecnologias, que ouvi falar pela primeira vez nesta ferramenta… Achei interessantíssimo, sobretudo, o facto de podermos legendar os vídeos. Deixei em standby para um dia…

Agora, experimentando criar uma rede social no ning (www.ning.com, outra ferramenta que descobri no seu blogue) para o projecto com que pretendo avançar na turma do 5º ano, acabei fazendo upload de alguns vídeos YouTube sobre o programa que estará no centro… vídeos, claro, em inglês. Bem, não espero que no 5º ano consigam já traduzir tudo o que ouvem (deixo-lhes o apetite aberto com outros vídeos que não traduzirei, pois acho que podem ser uma excelente motivação para a aprendizagem da língua) mas interessava-me deixar-lhes esta primeira porta aberta, como quem não quer a coisa, para entrarem autonomamente neste universo (um primeiro desafio… se realmente alguns o utilizarem e, a partir dele, conseguirem iniciar as suas tarefas no scratch sem ajuda… a misssão já se terá cumprido com sucesso). A ideia, já começam a perceber, não é usar as tecnologias de forma muito organizada para “desembrulhar ” o currículo como rolo de papel de cozinha… é provocar aprendizagens de vários tipos e ir integrando, sistematizando o que vai surgindo (tenho esperança que até acabem por emergir aspectos que não é suposto serem trabalhados no 5º ano e que sejam desenvolvidas competências inesperadas… mas isso é outra história. Estou aberta ao que vier…)

O resultado deste primeiro ensaio de utilização do Mojiti, foi um exercício de paciência e fica aqui como amostra das potencialidades da dita ferramenta que permite personalizar os vídeos. Optei apenas por legendar, nada mais. Terminei ontem esse trabalho. Verei agora o que os alunos conseguirão fazer!

(Como sempre… não consegui embeber aqui o vídeo… já vi que tenho de me consultar com um especialista… deixo o link: vídeo  )

Fazer a pergunta certa…

A mais estimulante
a que contém em si a semente de uma estrada
a que nos fará crescer
a que nos empurra
a que nos move
a que nos convoca
a que nos invade…

Que pergunta é?
Busco-a (busco-as) com sede.
Sinto-a debaixo da língua, dentro da alma, entranhada no corpo… terei coragem de a fazer? Aceitarei, sem preconceito, a resposta que ela pode oferecer? …

Se descobrir em mim a mais certa… meio caminho estará/será andado.

(Na Escola… deveria ser esta a competência prioritária a desenvolver: formular problemas, colocar questões…
Mas, por norma, a escola é exactamente o local onde as perguntas morrem asfixiadas com tantas respostas. Talvez por isso esta minha/nossa dificuldade…)

bubbl.us

Na Escola 2.0 estava, há bastante tempo, a sugestão de exploração do
What is it?
Bubbl.us is a simple and free web application that lets you brainstorm online.

Why use bubbl.us?
Because you can:
– Create colorful mind maps online
– Share and work with friends
– Embed your mind map in your blog or website
– Email and print your mind map
– Save your mind map as an image

And it’s FREE!

AQUI e abaixo (num caso o link directo para a minha página, no outro o embebimento com o código html que lá é fornecido) podem ver uma experiência simples e rápida de fazer… em pouco tempo se percebe como usar (ao contrário de outros mais sofisticados) e para coisas menos elaboradas é mesmo muito bom.

Atenção: no applet, deve utilizar-se a lupa para redimensionar a imagem… claro que ao enquadrá-la inteira no espaço disponível, a leitura se perde. Para ver em tamanho adequado deve usar-se o link (e quando lá se chega, por vezes é preciso usar o rato para centrar a imagem). Ah! O esquema pode ser exportado/gravado como jpg e utilizado depois em qualquer documento. Versátil!

hummmm… está claro que embeber no wordpress… não podia ser pêra doce (suspiro).  Podem ler-se as instruções AQUI … mas agora nem tempo, nem paciência! (O Joaquim bem diz que o wordpress é mais exigente htmlanamente falando… mas pelo menos estilinhos de letra e tamanhos, para quem como eu não vai andar de roda do html, tem uma solução: escrever tudo no blogger e copiar o código para aqui!  A necessidade faz o engenho… 🙂 )

Scratch… primeiros passos

Acabei de carregar na página do MIT o meu primeiro projecto scratch…
Muito simplório, claro. Foi um pequeno exercício para me ir familiarizando com a linguagem de programação e, claro, embora eu seja uma rapariga perfeccionista, aqui tive de fazer concessões à minha exigência, pois… tempus fugit
Vá lá… sejam benevolentes na apreciação… foi tudo feito um bocadinho às três pancadas e, confesso, não consegui fazer como queria porque ainda não encontrei o caminho. Um dia lá chegarei!
(O mais certo é os alunos encontrarem os caminhos antes de mim. Assim desejo e espero!)

ADENDA: Estou muito aborrecida com o wordpress… é uma dificuldade para embeber applets! Este, por exemplo, que funciona na perfeição no blogger, aqui não funciona… é “só linkezinhos”. Não gosto nada. Pode até ser ignorância minha, mas no blogger foi à primeira… e o applet do slideshare que aqui deixei um dia destes funcionou apenas porque existe no site uma opção de código expressa para o wordpress. Se me tivesse apercebido mais cedo… não sei não… Há solução? E, já agora que estou numa de perguntas: não é possível aqui mudar estilos de letra ou tamanhos, directamente no menu? Só a corzinha e aquelas coisitas mínimas? Hummmm…

Scratch Project

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De mãos vazias

maosvazias.jpg

As aulas quase a começar. As ideias a fluir e o tempo a escoar-se como areia de praia.
Ainda nem sei se alguém vai achar interessante o que me proponho fazer, quem será o orientador, como irão decorrer os seminários. Nenhum encontro ainda, nenhuma aula (isto de ter sido dispensada do 1º ano curricular e entrar directamente na tese foi uma agradável surpresa que, todavia, acrescentou as palavras susto e urgência à minha lista de palavras de bolso).

E querer ser observadora e observada, actriz e realizadora, aplicando na prática lectiva as ideias de algo que ainda não tive ocasião de partilhar, optando por um trabalho de projecto de carácter mais prático, coloca-me um conjunto de problemas que a seu tempo, espero, se alinharão mais serenamente, logo que tenha a oportunidade de conversar com alguém…
Vou avançando e depois reajusto o necessário. Esperar é que não consigo.

Vou lendo, muito. Deixando as tempestades pôr em causa ideias a precisar de pintura. Ainda pensei: tenho de preparar tudo, saber já o que preciso, compreender exactamente como funciona… A ansiedade a tomar conta. Mas é impossível. Preciso de o reconhecer sem receio. Verdadeiramente impossível sem juntar as noites ao dia de trabalho. Olhem para o calendário de reuniões e outras tarefas no arranque do ano lectivo e percebem o pouco tempo que sobra. E eu tenho de trabalhar o real. É um compromisso que preciso de estabelecer, comigo, com quem um dia queira experimentar. Uma fronteira de lucidez, sensatez. O professor não é um ser diferente dos outros. Tem de comer, fazer exercício, dormir, descansar, divertir-se, conviver com a família. Projectos hercúleos sem qualquer hipótese de futura aplicação não servem a causa educativa, apenas a vaidade pessoal.

Percebi, então, que era um erro. Que fazer o que pretendia, controlar cada pormenor da acção era exactamente o que não devia ser feito para aplicar a ideia que me povoa o espírito.
Um erro querer prever tudo, antecipar cada segundo e, mais uma vez, retirar aos alunos a possibilidade do exercício da autonomia, da escolha do caminho, da integração de ideias num contexto que pretendo cheio de conecções e quase nada segmentado e prescritivo. Tolhê-los nos seus gestos inesperados por medo meu, sim, puro medo, de não estar à altura, de não conseguir entender a complexidade dos projectos que possam vir a surgir das suas mãos, de não saber mais do que todos eles, quando finalmente a ferramenta que escolhi estiver em plena acção na sala de aula. Sabes Seymour, aqui pensando em ti e na tua luta pela sobrevivência desde há alguns meses, recolho das palavras que tenho bebido nas tuas fontes esta essência doce com cheiro a uma certa incerteza a que terei de me habituar: não, não saberei o que tenho para fazer na segunda-feira, numa tal data, num determinado momento. E isso não dirá de mim uma inconsciência, uma incompetência, uma inaptidão. Não. Dirá de mim alguma coragem. Uma exigência cada vez maior: comigo e com os outros. Acredito, tal como tu, que assim chegaremos mais longe. Disponho-me a experimentar. A partilhar.

Confiem em mim. Prometo-vos, meus alunos, apenas isto: levar-me até vós de alma cheia, cabeça preparada e mãos muito vazias a pedir, exigir muito de vocês e de mim. Trocaremos mimos, preencher-nos-emos mutuamente à medida que formos escrevendo a história. Não a escreverei por vocês.

Que eu vou aprender ao mesmo tempo que vocês aprendem. As mesmas coisas e coisas diferentes. E vamos pensar em voz alta sobre essas viagens. Será a minha melhor lição junto de vós. Aquela a que verdadeiramente deverão prestar atenção.

(As pessoas crescidas também têm de aprender a aprender, acreditam?)

WeBlogs em Educação

Intervenção na ESE de Setúbal (Março de 2007)

Ver e ouvir AQUI


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