Métodos de Investigação – O que aprendemos “em comunidade”?

Já parece distante, mas não quero esquecer certos caminhos.
Criei a minha avatara Te Yalin para frequentar os encontros na SecondUA (Universidade de Aveiro no Second Life)
O interesse pelas tecnologias já era grande e foi crescendo.
Um dia a pergunta ao Luís Pedro (elemento da equipa de Aveiro): o que se faz de interessante aqui no sul de estudos complementares em tecnologias educativas?
Resposta pronta: uma boa referência é o portal do professor Fernando Costa da FPCE: aprender.com
Aí vou eu…
À entrada uma teia… e a ideia de fios cruzados para aprender a olhar, pensar, fazer diferente. Sintonia com as intenções.
Contacto. Sugestão do mestrado que ia abrir. Que não, que não, que o tempo não dá. Mas pronto. Convenci-me.
Depois o blogue Miragens, que vai dando pistas que só percebemos  excelentes quando a necessidade delas surge. A vida também é assim.
Definida que está genericamente, no meu projecto de tese, a metodologia de intervenção, que configura claramente um quadro de investigação-acção, com o “qualitativo” mais colado à ideia do que as contas ou excepcionais e validáveis provas de tão pequeno gesto meu com uma turma, reparo no delicious do Miragens: Excelente partida sobre Investigação Qualitativa
Já lá dentro… abro a lista de tópicos e, bem ali à minha frente, Action-research convida-me a espreitar.
Tantos recursos! Fase de parar e ir com calma. Escolher o primeiro, parece-me bem. Gostei do título, sugestivo, com o seu quê de literário: Russell, T. Action Research: Who? Why? How? So What? precioso! Não me arrependi da escolha. Muito em que pensar.
 Depois com calma avançar pelos outros. E pelo excelente livro que é este que aqui divulgo – Research Methods in Education (6th Edition), que inclui, entre imensa informação, um capítulo dedicado à Investigação acção.

Informação não falta… vamos lá a organizar o tempo para a aproveitar da melhor forma… (Essa será a verdadeira ciência, a verdadeira mestria… nada fácil, vos garanto.)

livmetodos.jpg

Tudo isto se vai tornando possível, bem aqui à mão de semear, porque são bem reais estas comunidades virtuais. E muito do que tenho aprendido nos dois últimos anos resultou directa ou indirectamente de contactos no mundo virtual que oferecem uma diversidade pessoal, cultural e científica (genética🙂 ) que tem efeitos positivos na sobrevivência e propagação do conhecimento (da espécie🙂 ). Não se conseguem ambientes tão completos e ricos nas comunidades presenciais. Ou pelo menos assim me parece, embora goste de café e tal. E de conhecer as pessoas, como tem acontecido ao longo destes dois anos. Por outras melhores e mais precisas palavras: o virtual tem enriquecido imenso o meu real.

1 Response to “Métodos de Investigação – O que aprendemos “em comunidade”?”


  1. 1 Mauricio Raçao Chaora Maio 21, 2009 às 8:54 am

    metodos de investigação o que aprendemos na comunidade?


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