Arquivo de Maio, 2008

Sementes de Scratch…

Seminário ArTICular…

(Comunicação C1) – Sementes de… Scratch?
Teresa Martinho Marques
EB 2/3 de Azeitão

O trabalho continuado de investigação e aperfeiçoamento das linguagens e ambientes de programação para jovens, desenvolvido no Massachusetts Institute of Technology (MIT) produziu finalmente a ferramenta Scratch – ambiente gráfico de programação inovador, que permite trabalhar cooperativamente e utiliza media diversificados (foi divulgado publicamente em Maio de 2007). O Scratch (cujo slogan é imagina, programa, partilha) foi concebido e desenvolvido como resposta ao problema do crescente distanciamento entre a evolução tecnológica no mundo e a fluência tecnológica dos cidadãos e pensado, igualmente, para promover um contexto construcionista propício ao desenvolvimento da fluência tecnológica nos jovens, a partir dos oito anos, e das competências ditas “para o século XXI”, nomeadamente a resolução de problemas.

Os seus autores pensam que poderá, ainda, permitir avançar na compreensão da eficácia e inovação do uso das tecnologias na educação matemática informal (e formal), tornar os jovens criadores e inventores e estimular a aprendizagem cooperativa. Pretende-se com a comunicação divulgar os recursos necessários (em língua portuguesa e inglesa) que permitam a exploração autónoma pelos educadores e partilhar algumas experiências de utilização com alunos do 2º ciclo.
Trata-se, apenas, de semear o Scratch nos espíritos e nas mentes… Os frutos? Se o terreno for fértil e depois bem regado…

Oásis (eles são o verde, água cristalina e a música que alimenta e acalma…)

… é onde as coisas para mim fazem sentido…
(E como preciso desse sentido nestes momentos!)

Início do trabalho sobre fracções no 5º ano (uma aula de 90 minutos – alguns, poucos, alunos haviam iniciado uma primeira abordagem na aula anterior depois de terem concluído o projecto do caracol)…
Por que não começar do zero sem imensas lições iniciais de preparação, usando apenas o manual (os alunos consultam-no autonomamente em busca de ideias e informação) e o Scratch como ferramenta, deixando os alunos apropriarem-se de alguns conceitos, designações, formas de representar fracções… a partir da construção de situações por si criadas? Quando chegar o tempo na aula de falar no assunto – já esta semana – o sentido será maior, o interesse, o envolvimento surgirão mais naturalmente, ancorados na necessidade de melhorar os projectos e de os tornar mais complexos. Não é assim que o engenho surge?
Sim, sim, também vou ensinar muitos algoritmos e tal e regras e tal, mas de forma a que, pelo significado que acabam por atribuir à tarefa, não sejam coisas para esquecer em dias… ou nas férias. Será que as almas que centram excessivamente a abordagem nos procedimentos não percebem que eles não se perpetuam na mente a seco? Como farão a um filho seu que não decore nunca mais a tabuada? Batem-lhe até o medo o condicionar? É que palavra de honra que gostava de fazer um estudo de/sobre todos os filhotes de quem acha que é fácil fazer as crianças decorarem tudo o que achamos que devem decorar… e… decorar para sempre, nestes tempos de enorme dispersão digital (em que os pais são os primeiros cúmplices), em que as cabeças estão cheias de mil coisas, de mil aprendizagens informais que acontecem todos os dias! Ensinem-me o truque que eu agradeço! É que também sou professora muito ligadinha aos formalismos e ao domínio dos procedimentos… os alunos bem sabem da minha exigência, mas procuro usar caminhos que os estabilizem de uma vez por todas dentro dos alunos. Se consigo melhor do que os outros? Não sei. Mas que tento com muito empenho e energia, lá isso tento…

Ver vídeos AQUI

Mais leituras…

 

 


A primeira tradução em Língua portuguesa de Portugal (Dez 2007):

Publicado em 1934, Pensamento e Linguagem foi o último livro de Vygotsky. Momento culminante da sua obra, é nele que Vygotsky analisa, de modo original, as relações entre pensamento e linguagem, uma das questões mais candentes da psicologia.Pensamento e Linguagem compõe-se de vários capítulos, alguns retomando temas já antes abordados pelo autor. O primeiro, Problema e Método de Investigação, foi, tal como o último, ditado pouco antes da sua morte. O segundo capítulo, O Problema da Linguagem e do Pensamento na Teoria de Piaget, teve uma resposta do próprio Piaget, incluída nesta edição. (AQUI)
.

The book is a guide to personal development in the context of the teaching profession. To be able to negotiate in such a fast-changing world, people need to be creative, able to respond flexibly to new situations and find innovative solutions to difficult problems. Similarly, if teachers are to prepare society for these challenges, they will need to be up to the challenges themselves; they will need to be model learners and able to adapt to change in order to stimulate learning in others. In short, a new professionalism is emerging. It is a professionalism that requires more active involvement by individuals in their own development and the development of the teaching profession. The fascinating handbook shows teachers how they can become personally and professionally empowered in order to empower others. By adopting a practical rather than a theoretical approach, Jacquie Turnbull includes reflective exercises and case studies to make it easy for teachers to relate to their own situation. The inspirational message of the book will encourage teachers to look beyond the classroom and develop the skills and attitudes to be leaders of learning in the wider community.
Well-written and accessible, this book should prove essential reading for ambitious teachers everywhere.
(AQUI)

Leitura…

Hoje aproveito apenas para partilhar um dos livros que espero chegue rapidamente aqui a casa, acabadinho de encomendar à Gulbenkian (sugestão preciosa da orientadora) numa versão traduzida do original.

Quem sabe alguém pode também fazer bom uso.
O tema parece-me fascinante e quero fundamentar correctamente os meus passos nesta área tão delicada da investigação envolvendo as crianças…

Autor(es): M. Elizabeth Graue, aut. Daniel J. Walsh, co-aut.
Ana Maria Chaves, trad.
Teresa Vasconcelos, rev.
Edição 1.ª, 2003
Assunto(s)
Educação. Ensino. Pedagogia
Título original: Studying children in context: theories, methods and ethics (1998)

Dos passos, dos saltos, do crescer sozinho, dos “ses”, do tempo que não há…

Se eu tivesse menos alunos, se eu tivesse mais tempo (o tempo que me foi roubado e já era pouco), se a escola tivesse realmente em mente uma intenção de sucesso, aconteciam ainda mais milagres.
Sim, eu sei… se eu tivesse asas… era um passarinho, ou um avião, ou uma mosca, ou uma borboleta… Sim, eu sei que os ses não nos fazem andar para a frente, nos prendem os movimentos se não os soubermos usar como motores para resolver a vida na ausência das condições que sonhamos serem as ideais. Eu sei, mas pronto. Resolver a vida não pode significar apenas aceitar, adaptarmo-nos e não denunciar.

Adiante.
Começa a ser difícil atender todas as solicitações. O bom/complicado de procurar levar todos sem excepção a optimizar as suas capacidades, as suas produções, faz com que a atenção de qualidade (com tempo e calma) seja mais necessária com cada um… e isso tem riscos quando o tempo não chega para todos. Mas realmente começa a acontecer e é uma ginástica nada nada fácil.
Felizmente, também, a procura do desenvolvimento da autonomia dos alunos, que acontece mais depressa nuns do que noutros, ajuda agora nesta fase em que, finalmente, consegui cativar alguns dos resistentes para a elaboração de projectos mais elaborados, mais demorados no tempo a concretizar. E é um conforto grande vê-los a reconquistar a autoconfiança, empenhados sem receio na resolução de problemas nem sempre simples. Tive que separá-los dos parceiros habituais, dar-lhes espaço individual para que o caminho pudesse evoluir (companhias excessivamente absorventes, ou trabalhando em ritmos muito diferentes, podem ser inibidoras nesta fase de crescimento pessoal). Isso significa que ainda tenho que dividir mais as atenções, mas vai compensando… o terceiro período será curto para estas conquistas finais, mas conto no ano que vem prossegui-las.
Hoje deixo aqui, para me lembrar, e em jeito de notas de campo, alguns aspectos dignos de nota.
Finalmente a conclusão do projecto dos Gonfabijo – Bocas e JGFreitas (caracol). Já aqui havia falado dele (e dos “meus engenheiros” planeando ao pormenor a longa sequência de programação que permite ter sempre no canto superior esquerdo a posição do caracol). Hoje posso divulgá-lo. Vale a pena ver.

Scratch Project
Avanços significativos nos projectos individuais do Pimentinha (caracol) e da Marriapi (caracol – versão tokio hotel em que o vocalista da banda tenta chegar à guitarra. Foi assim que o projecto acabou por se tornar significativo e estimulante para provocar o salto qualitativo no trabalho).
Quase conclusão do projecto (caracol, mas com um elefante pigmeu) do Maribe.
Avanço significativo no projecto caracol da Mada e da Falipa (escreve-se mesmo assim – nome de código scratch 🙂 que me chamam para colocar problemas que resolvem depois sozinhas quando vou ter com elas, sem precisar de mim (basta a atenção, o mimo da companhia…)

E ainda o início da modelação de uma situação que vai levá-los a trabalhar as fracções sem que eu tenha abordado o assunto. Foi uma ideia que tive na última aula e lá sugeri mais uma “queimadela de neurónios”… quem já encerrou o projecto caracol, avança pelas pizzas fora (dois grupos e uma aluna)… brevemente darei notícias. Antevejo consultas ao manual, investigação por necessidade e umas aulas de apoio teórico para a construção dos projectos. E os mais atrasados criando o apetite… De nada me serve tentar/forçar alinhar tudo nos mesmos tempos. Forço o possível no ritmo de trabalho e respeito o necessário. Não me dou mal com esse tipo de diferenciação que não inibe uns de avançar, não paternaliza quem se atrasa (exijo-lhes sempre o máximo) mas respeita as diferenças mantendo em mente que quero que todos cheguem onde é necessário chegar. O tempo… ah se eu tivesse mais tempo!
(Tenho de falar com as meninas sobre esta coisa do “duplicar oito vezes”… na aula com o entusiasmo nem me apercebi… 🙂

Momento importante com a Bia e a Nocas. Ao olhar para a marcação das linhas de avanço do caracol percebi que as distâncias não eram idênticas e perguntei como fizeram. Com centímetros! Centímetros? Sim… usámos a régua em cima do écran! Hummmmmm… e que tal pensar numa forma correcta de proceder que garanta realmente o mesmo valor para as distâncias? Desafiei-as a encontrar uma forma de corrigir a situação…
Mas como?
Digam-me lá, ao longo de que eixo é que se distribuem as vossas linhas de marcação?
Do y.
Sim. E o y não tem valores marcados sobre ele tal como uma régua?
Ah! Pois tem.
Então pensem… Se aqui, por exemplo, forem -240 e tiverem de subir 40 passos para a linha ficar a essa distância da primeira, para onde a enviam?
Fica no -280, professora?
Olhem novamente para o eixo
… (uma delas foi buscar à capa, sem eu pedir, a ficha de trabalho sobre coordenadas cartesianas)… aqui é zero, e aqui? (fui descendo) Ah, é -1. E aqui? -2 Então, quando descemos acontece o quê? Lá percebemos (sem eu referir o termo valor absoluto) que o número aumentava o valor, embora fosse cada vez mais pequenino (por serem negativos).
Então voltemos ao problema… -240… se eu subir 40?
Ah! Fica no -200.
Ok e depois?
Se eu colocar a outra linha à mesma distância?
Então…Tira-se 40 e fica -160… não é professora?
Ora bem, estes valores são exemplos: agora coloquem o rato para ver a posição da primeira linha, mantenham o x constante e vão subindo mantendo sempre a distância.
Avançaram.
Passado algum tempo chamaram-me. Oh professora! A gente fez tudo certinho e esta distância não ficou igual! Veja a conta (vi… erro daqueles…). Meninas… 4 para 13? Ai professora, pois é… tem um erro. Já perceberam que têm de estar com atenção a fazer os cálculos? Qualquer distracção…
Continuaram.
Passado algum tempo chamaram novamente: ai professora… e agora? Estamos no -17 e como é que ele anda 40 para cima? Para onde é que vai?
Desafio difícil. Operar com relativos é algo ainda um pouco fora do alcance… enquanto estamos apenas nos negativos (ou nos positivos) a coisa aguenta-se… cruzar o zero, passar de negativos a positivos… é algo diferente. Mais uma vez tomei consciência de como este desafio do caracol tem permitido os mais diversos tipos de situações problemáticas. Aprendo eu, aprendem eles, ganhamos todos. Sem grandes empurrões nem soluções formatadas ou definições, apenas levando-as a pensar como seria possível cruzar o zero gastando os 17 e passando aos positivos, a Bia propôs algo como:

17 – 40 ?
Não. É ao contrário…
Ah! Tem de ser 40 – 17…
Fazem a conta. Dá 23.
Mas agora é nos positivos!
Mal tive tempo de agarrar na câmara para filmar a folhinha e ainda preservar na memória a última exclamação associada à descoberta…
Então professora, agora fazemos mais…
Agora é sempre mais!
Fazemos 40 mais 23?
Claro!
Ai se eu tivesse mais tempo… sentava-me com elas e estava criada a oportunidade perfeita para explorar algo bem importante. Mas… quase a tocar… é preciso arrumar, é preciso correr, que temos horita e meia para isto tudo, sempre correndo, sempre vivendo de gaveta em gaveta, de aula em aula, agora isto, agora aquilo. Chamamos aprendizagem a este carrocel?

No melhor da festa, despedimo-nos até sexta…
Apetecia-me ser mais junto deles. Apetecia-me ficar mais um bocadinho… o tempo necessário para crescermos sem campainhas pelo meio.

Uma entrada que não é só minha…


Depois de uma manhã animada, acelerada, intensa e produtiva com os meus meninos mais pequenitos, a tarde chegou para o sexto ano (Matemática).

Os meus meninos têm tolerância e não precisam de estar aqui comigo na aula de matemática até às 14:15… Fizeram de manhã a prova de aferição de Língua Portuguesa… Ainda assim, disse-lhes que estaria por aqui e que quem quisesse aparecer aparecesse…
Estão cinco.
Professora, podemos usar os quadros e a caneta da professora enquanto os outros não chegam!
Claro que sim.
Já andam ali de volta de exercícios do tipo das provas de aferição e eu aproveitei para abrir o blogger com uma ideia na cabeça.
.
Não querem deixar aqui uma mensagem na teia?

 

Sim!!! Podemos?
Escrevam o que quiserem. Aproveitem que hoje não pagam nada…

Risos

(depois copiei esta entrada aqui para o Muito mais…)

Agora há um blogue espectacular (meu e da Bia) e o endereço é http://www.saberquetal.blogspot.com/ . Este blogue fala de animais e muitas outras coisas. Podes utilizar para fazeres trabalhos ou então podes ir a http://www.sabermais.netseg.pt/ (site meu). Ass. Sara

Olá, eu sou o Francisco e estou quase a ir para o 7º ano. Não sei quem serão os meus professores, mas tenho a certeza de uma coisa: não serão melhores que os que tenho agora.

Olá! Já há algum tempo que faço criação de borboletas e até criei um blogue que fala sobre elas. Começei a gostar das borboletas no 5º ano graças à minha professora 3za e espero continuar a gostar delas. Se ficaram com curiosidade podem sempre clicar aqui.
Butterkiko
Olá! Hoje houve a prova de aferição de Português e no dia 20 de Maio de 2008 vai haver de Matemática eu não sou muito boa a Matemática, mas espero conseguir. Ass. Catarina Bizarro.
Olá, eu sou a Beatriz estou quase a ir para o 7º ano.Vou ficar cheia de saudades da professora, porque ela é muito boa a explicar e nós percebemos tudo, não temos vergonha de perguntar. Beijinhos da Beatriz Pinto.
Não devemos entrar em pânico por causa da prova de aferição de matemática poque a nossa professora fez vários problemas das provas de aferição passadas e chegamos à conclusão, que não eram muito dificeís, basta ler o enuciado das perguntas. Adriana
Depois da entrada da restante turma, retomámos o trabalho em grande grupo com problemas sugeridos pelos alunos. Um deles, o das vacas, garças e patas entusiasmou-os e foi vê-los numa azáfama a tentar resolvê-lo…


Agora… já passa das 19… Depois de um dia comprido (aproveitei para aplicar mais dois questionários e portanto o dia alongou-se imenso) e de mais umas compras para ver se a alimentação melhora de qualidade e em variedade, trato as imagens e acabo aqui a entrada iniciada hoje à tarde com a colaboração dos meus meninos.
Falta um mês para deixar de ser professora deles.
(Sim. Saudades a querer bater à porta.)

Concebendo, planeando, crescendo…

Muitos preferem construir os projectos directamente no computador, sem plano, experimentando, avançando, recuando, introduzindo novas ideias a partir dos erros..
Mas na última aula (ontem) de Estudo Acompanhado dei com estes dois “engenheiros” planeando um novo trabalho com pormenor (tal como haviam feito para o projecto do caracol, ainda não concluído – a seu tempo divulgarei, pois é um dos mais elaborados da turma).
Porquê EA?
Porque terminou a unidade da água em Ciências, porque se avizinha uma ficha de avaliação, porque aproveitam o projecto para rever/estudar aspectos ligados à poluição, juntando mais tarde à avaliação um trabalho facultativo sobre o tema. Porque para o elaborar é necessário (como se pode ver nas fotos) ir procurar a informação necessária… ler, seleccionar, resumir, reescrever… Os gestos foram deles, apenas captei, perguntei. Porque o que vai acontecendo alimentará reflexões, que podem ser ancoradas na literatura sobre estas questões… Sim, o mestrado sempre presente (e a teia a dar-me uma mãozinha no registo de observações e memórias).
Não me interessa o pretexto que leva a esta dedicação, a este crescimento. Acho sempre magnífico quando a iniciativa parte deles e os vejo a seguir com autonomia crescente os passos necessários…

O trabalho e o estudo ganham outra dimensão, enchem-se de sentido, são úteis pelos conteúdos aprendidos, pelas competências que desenvolvem em várias vertentes.
Estamos, pois, no bom caminho.


Por entre outros trabalhos, e como temos apenas um computador nesta sala ligado à internet, peço à Cisne que actualize o blogue da turma colocando nela o seu projecto com um pequeno texto. Depois o mesmo pedido à Sara. Aos poucos passo a pasta (nunca o fiz no quinto ano… mas a evolução deles tem sido imensa e muitos estão já prontos para estas actividades que passam a ser da sua responsabilidade). O professor não pode fazer esse trabalho eternamente. Primeiro porque o tempo não é suficiente, depois porque é indispensável que sejam os alunos a fazê-lo, desenvolvendo a sua autonomia e a fluência tecnológica. Fico às vezes de longe a observá-los fazendo tudo isto: abrir várias janelas, copiar códigos html, escrever texto no blogue, publicar… uma desenvoltura que não estava habituada a ver em alunos tão jovens.
A blueangel havia pedido ajuda para inserir algo na margem lateral do blogue individual. Combinei que em EA resolveríamos a questão. Chamei a Bia… és tu que a vais ajudar. Não era a professora? Perguntou a blueangel. Eu disse que em EA resolveríamos a questão, não disse que te iria ajudar.
Em pouco mais de cinco minutos a questão ficou resolvida e a blueangel com a competência dominada.
Gosto dos sorrisos deles.
Os sorrisos que se seguem às conquistas…
Não são nada diferentes dos meus. Dos de todos nós.

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