Arquivo de Novembro, 2008

Pela escola…

Ontem:

http://geracaobest.blogspot.com/2008/11/hoje-na-aula-de-rea-de-projecto.html

http://geracaobest.blogspot.com/2008/11/na-aula-de-cincias.html

http://scratchtime.blogs.sapo.pt/9048.html

Na aula de Ciências… modelar o funcionamento do Sistema respiratório…

A minha menina doce da Guiné (que está no nível 1 do domínio da língua portuguesa) faz rápidos progressos em todas as áreas, depois de um período complicado de dificuldades de integração e tristeza por ter deixado a sua terra. O Scratch é também uma ferramenta de amor e de estímulo para a comunicação… Está a fazer, com uma colega da turma, um projecto sobre a leitura de fracções (Área de Projecto).

 

Science Education in the 21st Century: Using the Tools of Science to Teach Science


Nobel Laureate Dr. Carl Wieman directs the Carl Wieman Science Education Initiative at the University of British Columbia and the Colorado Science Education Initiative.
(Sep 22, 2008 at Cornell University)
Wieman emphasizes the importance of making science education effective and relevant for a large and diverse population. The approach, he says, is to transform how students understand and use science, and this calls for teaching them to actually think like scientists.
Sponsored by Cornell’s Center for Teaching Excellence.

Estudo sobre competências em TIC

Estudo sobre competências em TIC
(via Miragens de Fernando Costa FPCE UL)
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PTE

Scratch time: entusiasmo…

Cresce a animação.

Hoje 21 alunos no grupo da terça-feira (turma B). Não é só a ferramenta. É o desafio constante, a mediação, o apoio, o estímulo, o afecto, a proximidade. Sentem-se bem ali e regressam, mesmo não sendo obrigatório. Gosto destes momentos. Pena que seja tão pouco tempo para tanto empenho e entusiasmo… Precisava de mais… de muito mais…

http://scratchtime.blogs.sapo.pt/8716.html

edigital – um projecto exemplar de Joaquim Lopes

 
A edigital mudou de casa: novo computador, nova versão do sistema operativo, nova estrutura, novas ideias… O novo endereço é http://edigital.homeip.net . (J.L.)

Divulgo novamente, pois o endereço mudou e entretanto o projecto cresceu…

Ali ao lado já está a correcção feita…

Joaquim Lopes – http://edigital.homeip.net/

Experiências e ideias com o Scratch

No Clube

(Onde estamos a experimentar a integração de um tempo de APA de Inglês nas actividades Scratch do Clube Scratch time – com a professora do aluno, que por acaso é também a DT dos alunos que estão lá a essa hora – não são meus alunos – e que por acaso é a Teresinha da nossa Península… não é por acaso, portanto… somos dadas a experiências e aventuras tecnológicas… Está a ser interessante… e vamos enriquecendo as ideias à medida que caminhamos…
Onde o meu conguito avança no seu complexo projecto persistentemente… hoje fez-me perguntas sobre o x e o y, porque queria resolver um problema e optimizar soluções de programação e dei com ele desenhando um referencial numa folha de papel… estivemos a ver como fazer… acho que para a semana tenho um referencial desenhado e o plano do trabalho a tornar-se real por escrito… algo que nunca me ocorreu que pudesse acontecer… observo os seus gestos, mantenho a motivação alta com diálogos em que procuro desafiar e valorizar as conquistas feitas com argumentos sérios e sem “palminhas” nem “palmadinhas”. Respeito demais os miúdos para lhes fazer isso. A exigência é o melhor gesto de carinho.)

Com uma criança asperger
(A minha colega da equipa de educação especial que trabalhou comigo e com o meu menino autista no ano passado, em sala de aula, e continua a trabalhar de forma mais personalizada, está também a utilizar o Scratch por sua iniciativa no trabalho que faz individualmente com um menino asperger de outra turma e contou-me das mudanças verificadas na criança depois do trabalho que está a desenvolver com ele, dos progressos imensos – ultrapassa rapidamente os conhecimentos da professora que teve de me colocar umas questões para o poder acompanhar – dos sorrisos que não existiam antes, da conversa recorrente sobre o trabalho, da forma como vai desenvolvendo estratégias e a autonomia, à medida que o trabalho avança. Para que se avance também na socialização, já criámos a oportunidade de virem ambos frequentar semanalmente uma das sessões do Clube para o integrar nas actividades com meninos que não conhece e aprender com eles “novos truques”. Fiquei contente por saber… e onde cabem vinte… cabe sempre mais um! Na falta de PCs a professora vai trazer o dela.)

Com uma técnica – psicóloga da APPACDM
(Que está este ano a desenvolver trabalho com o nosso menino autista, ao abrigo de um protocolo que criámos… estará connosco de vez em quando à sexta no Clube – que o Mig frequenta, no âmbito do seu PEI – para aprender e poder um dia trabalhar com outros meninos da APPACDM de Setúbal para além do Mig… Gosto tanto de ver as sementinhas a percorrer mundo…)

Qualquer dia com uma colega minha de Ciências Naturais – terceiro ciclo
(Que vai estar no Clube em alguns dias porque deseja aprender a mexer na ferramenta e perceber o seu potencial… Será muito bem vinda!)

É o que acontece quando liberto a mente de questões como as do modelo de avaliação que nos suga a alma, o juízo e o tempo que já não existe. Agora sobra um bocadito mais para as partilhas de que tanto gosto e para que possamos aprofundar as potencialidades e versatilidade desta ferramenta em contextos diferenciados, por mãos diversas, com diferentes públicos, a bem da educação de TODAS as crianças, independentemente das suas características. É preciso tempo para os educadores crescerem no processo de domínio e utilização de algo tão novo como o Scratch… Eu própria me sinto ainda muito muito no início…

Isto e mais uma “coisa que é segredo e está quase a acontecer” fazem-me sentir que os ganhos podem ser significativos e assim não pensar tanto nas perdas como há uns dias quando a melancolia apertou o peito mais do que a conta… Ou por outra, pensar nelas como um estímulo para lutar sempre por mais e melhor qualidade de tempo e recursos e pela valorização da importância da Educação e da Escola.

É preciso muito mais, sei. Mas é bom ir saboreando as pequenas conquistas.

Scratch: An Educational, Multi-Generational Online Community that Works

Scratch: An Educational, Multi-Generational Online Community that Works

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Last week, I was reintroduced to Scratch, a graphical programming language designed by the Lifelong Kindergarten group at the MIT Media Lab. I first saw Scratch a few years ago, when I had friends working at the Media Lab, and at the time it seemed like a neat way for kids who were unfamiliar with programming to jump in and start designing their own interactive stories and games. It was a serious improvement on tools like Logo Turtle and Hypercard that I grew up with… but still, a programming environment.

Then, in May 2007, the Scratch online community (called ScratchR)

was released. It’s a place for Scratch users to upload, share, and remix their Scratch projects. ScratchR is a true social network, connecting hundreds of thousands of people–kids and adults–in about 200 countries around the world. It’s an inspiration to anyone trying to create an online community around informal learning. In this post, a look at the intentional design choices that make ScratchR work.

There are four sections to this post:

1.       An overview of ScratchR user types and related statistics.

2.       Why people participate.

3.       How kids and adults are able to play together safely.

4.       How ScratchR makes strong use of platform power and social objects.

(…)

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