Arquivo de Março, 2009

Scratch: Boffins breed new programming race


The Register
By Cade Metz in San Jose
Posted in
Developer, 9th March 2009

ETech Does the world need more programmers? Of course, it does, says Jay Silver. Everyone should be a programmer.
That’s not to say everyone should make their living as some sort of ponytail-ed, Python-obsessed shut-in. But just as everyone should know how to write, everyone should know how to program. And that’s the computing Valhalla sought by
Scratch, the MIT Media Lab project Silver flaunted this morning at the Emerging Technologies Conference in the heart of Silicon Valley.
“Should everyone be a writer? No, we need people to do all kinds of things,” Silver tells The Reg. “But should everyone know how to write? Or, maybe even more importantly, should everyone have a situation when they could learn how to write and express themselves? I’m going to say ‘Absolutely.’ And I think Scratch offers the possibility that everyone can program, that everyone can express themselves through digital media creation.”
(continuação)

The Role of Play in Development – Vygotsky


De volta do enquadramento do estudo… estava eu aqui com um livrinho na mão quando resolvi ver se na Internet existia por lá o capítulo 7…
… e há. AQUI
Vygotsky, L. (1978). The Role of Play in Development (pp. 92-104). In Mind in Society. (Trans. M. Cole). Cambridge, MA: Harvard University Press.
.
Para quem queira escutar uma voz esclarecida sobre alguns aspectos das teorias de Vygotsky, Piaget e outros… nada como ir ao Paideia da Idalina e pesquisar por entre as suas reflexões. Relê-la é sempre um prazer enriquecedor.

Aveiro em Azeitão II – partilhar experiências e aprendizagens

Estava prometida a reportagem… Aqui fica o registo (a maioria das fotos é da responsabilidade da Conceição).

Depois deste dia especial há algum tempo… No dia 20 voltou a acontecer outro especial dia (integrado no mesmo projecto, mas com novos visitantes – professores do colégio da Torre, Calvão e da EB 23 de Eixo, todos participantes do Scratch’Ando com o sapo.)

Como explicar as reacções físicas e químicas? As empatias? Os imensos sorrisos? A alegria (que querem tão distante da escola, mas que nos empenhamos em preservar, sobretudo nestas oportunidades de encontro e partilha, construídas pelas nossas próprias mãos nos tempos possíveis)?
Como dizer esta espécie de poesia tecnológica feita de gente em volta de máquinas que nunca conseguem ser mais do que a gente que as toca da maneira certa?
Como desenhar os traços de um dia que ficará na memória mesmo que fotos não existissem a provar-nos que é possível esta mistura de gerações em gestos de aprender mútuo, em pinturas de partilha activa, em aguarelas suaves de laços que não se esquecerão mais e que não se desatarão?
Nem mesmo todos os problemas tecnológicos da sessão (e foram bem mais do que a conta) acabaram com a nossa festa. Sobreviveu, mais uma vez, a nossa paciência para aguentar as habituais dificuldades.

A Conceição traz até nós este sabor a carinho que nos anima e aquece nos dias frios da indiferença que tantas vezes nos rodeia. Este projecto da Universidade de Aveiro tem dito que fazemos alguma diferença no mundo, que somos úteis e podemos ajudar alguém.
E isso faz toda a diferença para os pequeninos: saber que as suas aventuras vão ser alicerce de novas e ainda melhores aventuras no futuro, com outros meninos. Com muitos mais meninos, como é nosso desejo.

Obrigada Amigos de Aveiro por mais esta possibilidade de encontro…
(e pelos doces típicos que completaram o açúcar do dia…)

Reportagem fotográfica AQUI.

Scratch: Cláudia e João (cada vez mais, cada vez menos)

Frequentam o 5º ano. Não são meus alunos. Através de uma amiga que frequenta o Clube Scratchtime (e que também não é minha aluna) apareceram um dia e inscreveram-se, passando a integrar o grupo das sextas maioritariamente constituído pelos “pioneiros” do sexto ano.
Nunca se sentiram seduzidos por projectos curtos, despachados em minutos. Depois de algumas experiências onde já se percebia o desejo de complexidade, chegaram um dia ao Clube com o livro de Inglês e decidiram fazer um trabalho sobre as cores para apresentar à professora dessa disciplina.
Conceberam com criatividade a ideia que sustenta o projecto e meteram mãos à obra. A complexidade é grande. Muitos sprites, muitas acções, a necessidade de coordenação perfeita. Uma sessão semanal de 90 minutos e computadores nem sempre em boas condições têm atrasado o processo, mas não desistem e o entusiasmo regressa em cada sessão quando consigo um computador à altura dos desafios que se impõem a si próprios. Ontem, depois de resolvidos alguns problemas de programação, finalmente concretizaram a ideia da “seta” que permite regressar ao início quando se conclui a apresentação de cada cor. Mais uma ou duas sessões e o projecto será publicado. Pelo caminho terão, acredito, aprendido muito mais do que apenas as cores em inglês…

Como o número de alunos foi mais reduzido na sessão de ontem (último dia, muitos computadores com problemas… os mais crescidos e exigentes começam a ficar sem paciência), pude estar mais tempo junto deles e isso fez diferença. A verdade é que quando as TIC surgem no caminho da Escola em desafios criativos e gestos de construção inovadora (e não em padrões repetidos de consumo, iguais aos de sempre, mas a fingir que é mais engraçado porque há computadores), o professor precisa de muito mais tempo para a mediação e os alunos de muito mais atenção e acompanhamento. Exactamente o contrário do que se tem verificado com as políticas recentes: o professor é obrigado a estar mais horas na escola em tarefas que não revertem a favor dos seus alunos e as turmas já nem sequer podem ser reduzidas aumentando cada vez mais de dimensão. Exactamente o contrário do que seria necessário, do que realmente poderia ajudar a combater o insucesso. Exactamente o contrário do que é feito em países que realmente se preocupam com a educação e com o sucesso (não com as estatísticas dele, fabricadas seja lá de que maneira for).

Ao ver/escutar a riqueza do trabalho da Cláudia e do João (com apenas 10 anos), sabendo o caminho e evolução que já fizeram, não posso deixar de sentir, ao mesmo tempo, uma imensa alegria e uma profunda tristeza. Sei que este é o caminho necessário. Transformar as crianças em construtores de conteúdos, sustentadas numa formação de base sólida (em vez de os treinar para o clique do consumo acrítico) é indispensável e urgente (embora não tenha bem a certeza se esse é o desejo real de quem tutela). Sei todas as potencialidades, sei essa urgência de mais exigência, a necessidade de investir e aprofundar o conhecimento nestas áreas, de dar tempo aos profissionais para que isso possa acontecer. Vejo diante de mim a evidência de ferramentas que podiam ajudar a complementar a acção educativa de forma significativa. Mas, em cada dia que passa, com o cada vez maior número de obstáculos que se colocam à acção do professor que realmente deseja e pode fazer a diferença, sei também que, se nada mudar, brevemente tudo não passará de uma miragem, uma utopia que se esgotará por falta de alimento e casa acolhedora. As crianças podem ir muito mais longe com as ferramentas, o acompanhamento e as tarefas e desafios certos, mas a Escola cada vez mais se organiza para as infantilizar, massificar os gestos, exigir cada vez menos, reduzindo-lhes a possibilidade de ser e aprender muito mais e mais depressa e viciando-os no fácil.
Não consigo entender por que razão lhes cortam intencionalmente as asas na casa que devia ser destinada a desenvolvê-las e a torná-las mais fortes…
Não querem (não interessa) vê-los chegar mais alto?

Sai cara a possibilidade de mais tempo disponível para cada criança? De maior investimento nos factores capazes de melhorar realmente aquelas que são as verdadeiras (novas) oportunidades de sucesso antes do insucesso acontecer? Sai caro investir numa verdadeira política de promoção (preventiva) da qualidade da educação, em vez de continuar ano após ano a gastar cada vez mais dinheiro numa política de remediação de erros e de endeusamento de números e estatísticas ocas e sem significado, com os olhos exclusivamente focados nos fins sem prestar atenção aos meios?

Vai custar muito mais caro ao futuro tudo o que tem sido feito para poupar tostões à custa da qualidade do atendimento aos alunos da Escola Pública.
Não é novidade que o acesso à tecnologia não é suficiente. Neste ano em que a criatividade e a inovação deveriam estar no topo das prioridades, vê-se exactamente o oposto na escola. Valoriza-se a acomodação, a conformidade, a completa e acéfala obediência a causas que nos afastam das crianças. Subtrai-se o tempo que lhes devia ser dedicado. Penaliza-se quem deseja dar-lhes a expressão que sustentaria a mudança necessária em direcção a um caminho mais exigente, muito mais capaz de transformar as nossas crianças em seres fortes, conhecedores e com os recursos para poder vencer os obstáculos que impedem que este país se cumpra, fazendo bem mais e melhor pela Pátria do que esta geração de adultos que lhe comanda os destinos e a afoga lentamente…
Eles são capazes… Só precisam de verdadeiras e inovadoras oportunidades… agora.
Não depois…
.

Scratch, Drawdio, Jay Silver…

Partindo daqui

… cheguei aqui :

Scratch Lowers Resistance to Programming

SAN JOSE, Calif. — A new language from MIT’s Media Lab makes it easy for kids to develop programs that interact with things in the real world: Pencils, paper, water, and even vegetables.
Called Scratch, it’s not so much a procedural language as an environment for creating interactive animations, annotated stories, slideshows, prototypes and games. It’s designed to be as simple to use as possible, so kids as young as 8 can get started building their own animations with minimal preparation.
“Our design philosophy is, don’t design something for kids that you don’t also find engaging and interesting,” says Jay Silver, one of the researchers who created Scratch. Silver works in the Media Lab’s “Lifelong Kindergarten” group. So it’s not surprising that the environment is fun for adults, too. At the Emerging Technology conference here Monday, a roomful of grownups were playing with the program, creating bouncing kitties and a simple golf game.

(…)
Silver is also the instigator of Drawdio, a $20 kit that makes different musical tones based on the resistance of a circuit, enabling kids (or adults) to make music by touching conductive objects, water or each other.
The idea is to get kids to explore with the real world by translating one property (such as resistance) into another (sound) in a way that encourages fun and experimentation, says Silver.
“My projects are about exploring the urban environment and trusting yourself as a scientist,” says Silver.

Daqui, por conta do Drawdio“,cheguei a outro lugar:
http://web.media.mit.edu/~silver/drawdio/

e por lá… encontrei o universo de Jay Silver do MIT (que escutei em Julho 08 “in loco”)

Aventurem-se!

Deixo dois vídeos sobre os temas…

Amplify.com (clipping the web)

Recortar pedaços da world wide web, guardá-los (e partilhá-los) para mais tarde os saborear melhor?

Agora é possível em versão beta.

Depois de me queixar da minha dificuldade em organizar favoritos, sobretudo porque sou rápida a encontrar coisas importantes, mas o volume depois é excessivo e as designações não me permitem (re)encontrar facilmente o que acumulo…
… o
Carlos Santos deu-me uma pista magnífica:



Como se faz para integrar o grupo beta?

Cria-se conta no twitter (já tinha) e “seguimos” o http://twitter.com/amplifytheweb . Depois recebe-se um convite e seguem-se as intruções. Criamos um “clog” (clipping blog)… não é complicado perceber os passos… Em seguida instala-se uma pequena aplicação (no Firefox ou Internet explorer) que nos permitirá activar “um interruptor” para “recortar” tudo aquilo que é interessante na web e colocá-lo no nosso espaço (podemos sincronizar com o twitter e decidir que documentos desejamos partilhar com a comunidade que integramos).
Pode criar-se neste espaço uma comunidade de partilha… mas confesso que, para já, não andei à procura de outros “cloggers”… porque a prioridade é mesmo conseguir criar uma espécie webfolio onde vá colocando alguns achados para mais tarde poder regressar…

.

Constructionism in Practice…

… Designing, Thinking, and Learning in a Digital World

Ler excertos AQUI
.
The digital revolution necessitates, but also makes possible, radical changes in how and what we learn. Constructionism in Practice describes a set of innovative educational research projects at the MIT Media Laboratory, illustrating how new computational technologies can transform our conceptions of learning, education, and knowledge.
Constructionism in Practice grows out of 30 years of research on technologies for learning and thinking at MIT, and provides a rich and comprehensive description of constructionist educational theories. The book draws on real-world educational experiments conducted in formal and informal contexts: from inner-city schools and university labs to neighborhoods and after-school clubhouses. These experiments demonstrate how technology-based design activities can empower children from a wide range of backgrounds to become more confident and competent learners, and help them make deep connections with important mathematical and scientific ideas.
The book integrates ideas from the fields of learning, design, computer science, education, psychology, and epistemology, and presents a comprehensive theoretical framework for technologies in education. The book is divided into four interrelated sections: Perspectives in Constructionism, Learning through Design, Learning in Communities, and Learning about Systems.
http://llk.media.mit.edu/papers/construct-practice.html

A Matemática… esse(s) problema(s)…

Comecem por ler a IC aqui e aqui.

Parece que estamos sempre a bater no mesmo e afinal… é preciso regressar a toda a hora às mesmas coisas.

Se é fácil escolher o caminho menos percorrido? Insistir na actividade de resolução de problemas a par com os necessários procedimentos que os suportam? E tudo com duas sessões semanais de menos do que 90 minutos cada uma em competição permanente com todas as solicitações que sugam os nossos jovens?
Não, não é mesmo nada fácil.
Chega a ser frustrante e desesperante. É um caminho muito penoso. Dá muito trabalho ao professor e nem sempre ajuda à sua auto-estima com tantas dificuldades com que se vai cruzando.
É mais fácil caminhar por entre os procedimentos… eles decoram… mecanizam e vai de ter Bons e Muito Bons se os testes se suportarem apenas, por exemplo, na resolução de expressões numéricas. Eu sei. Sabe bem. O ego fica contentinho. Já recuperei a muito custo uns quantos este ano para esse lado mais simples da Matemática. Mas não é disso apenas que a matemática é feita. Aliás, isso apenas suporta a sua função maior. Se o ego ficar contentinho com tão pouco, não estamos a cumprir a nossa missão nesta disciplina.

Mas, ao mesmo tempo que me chega o desespero em dias como os das últimas semanas, em que ando de volta dos problemas sem os largar e surgem negativas na sequência de Muito Bons, também, aos poucos, se vão verificando alguns progressos.

Não baixo os braços.
É mais difícil assim, bem sei. Mas respeito demais os alunos para lhes exigir menos, colaborando na falsa sensação de que tudo corre bem e que somos todos magníficos a resolver expressões, mas incapazes de ler um enunciado ou aplicar o que temos aprendido recentemente. Se consigo com todos? Não. Mas não me canso de tentar.

Uma coisa é certa.
Não formato cabecinhas (já o disse muitas vezes). Procuro que aos poucos encontrem a compreensão que os levará progressivamente a soluções com maior economia/elegância matemática nos gestos. Continuo a comprovar que estou no caminho certo quando vejo o mesmo problema resolvido pelos alunos de muitas formas diferentes, privilegiando o cálculo ao desenho e até ensaiando, por vezes (como vou sugerindo), a escrita de uma expressão numérica única que traduza a solução.

Mas precisava de tempo de qualidade com menos alunos à frente e mais individualização dos processos de apoio. Não duvido que conseguiria ir bem mais longe. A minha turma de quase trinta alunos está a fazer um percurso complicado… ao qual se acrescentam várias crianças estrangeiras que dominam precariamente o português e algumas portuguesas com domínio também precário da língua e de… outras coisas…
Claro que a solução de sucesso no meu país foi o aumento do número de alunos nas turmas sem terem sequer o direito a redução quando há crianças especiais nelas. E subtrair tempo aos professores para poderem fazer o que realmente deviam andar a fazer.
Aplausos. Muitos aplausos pelas iniciativas que revelam um total desconhecimento do que são os jovens e as escolas no século XXI. Há diferenças… já deram por isso?

Ter um aluno este ano que veio de outra escola, repetindo o 6º com negativa a Matemática, a oferecer-me uma das soluções mais simples e elegantes da turma, no teste de hoje, tem de ser motivo de alegria. Ele, este ano e nesta nova escola, decidiu estar atento e estudar (o maior contributo para o sucesso foi seu, não meu) e deu comigo por acaso: alguém que não os limita aos mínimos para fingir que somos todos o máximo…
Não somos o máximo. Temos de nos esforçar todos os dias: eu e eles.

Para além de alguns progressos, também tenho muitas tarefas complicadas pela frente. Alunos “muito bons” em procedimentos e memória que a uma pergunta do tipo: quantos dias demoram para gastar os 5 litros de leite… respondem… 3,35 litros… Outros excelentes que… reduzem litros a… gramas(?) e até a mm(!)
Não podemos estar a toda a hora a rever todos os conteúdos que ficam para trás… mas habituei-me a trazer para a mesa uma imensidade de coisas ao mesmo tempo, pois é cada vez mais nítida a sensação de que tudo o que não é puxado continuamente para o presente é rapidamente desaprendido e enterrado por milhares de outras coisas que povoam as suas vidas com mais intensidade. As tecnologias e os jogos no centro. A TV também.
É um combate duro de travar nos tempos de hoje.

Não os deixo parar para respirar.
Não me deixo parar a mim para respirar.
Meninos! Mãos à obra! Ainda há muito caminho para ser feito!
A ver se na quinta já levo os testes todos vistos para avançarmos com o esclarecimento de dúvidas e correcções.
(A tese? A tese é nos intervalos deles… nunca eles nos intervalos da tese. O bem público acima do privado… como a política devia ser… pois…)

Para os interessados, deixo aqui alguns dos exemplos de respostas dos alunos, montados sem preciosismos numa apresentação em powerpoint. Porque na partilha se aprende/aprendia muito e porque a escola deixou de ser tempo/ter tempo para a troca de experiências e reflexão).

Jerome Bruner (voz e não só)

Por causa de uma busca…
The growth of mind (do livro The Relevance of Education – 1971, mas também incluído noutro(s) livro(s) de que já falei aqui) encontrei

primeiro isto:

– a versão original do texto (1966) que, penso, terá sido depois revista e integrada no livro.

depois isto:

[Narrative Psychology: Internet & Resource Guide]

com o espaço dedicado a Bruner
e o bónus de uma entrevista (demora muito a carregar pois é pesadita)

If you want to see what Jerome Bruner looks and sounds like, there is a fascinating conversation/reminiscence about Luria by Bruner and Oliver Sacks as interviewed jointly by Michael Cole in March, 2002. The video runs about 18+ minutes. Note that this QuickTime video is very, very large: 192 Megabytes!

Depois… ainda descobri isto.


Vou guardando para mais tarde encontrar facilmente.
(Pelo caminho, já sabem, vou partilhando.)

Programming environments for novices – lowering the barriers

http://coweb.cc.gatech.edu/mediaComp-plan/uploads/37/novice-envs2.pdf
Programming Environments for Novices

Mark Guzdial
College of Computing, Georgia Institute of Technology
guzdial@cc.gatech.edu
May 7, 2003

http://www.cs.cmu.edu/~caitlin/papers/NoviceProgSurvey.pdf
Lowering the Barriers to Programming: a
survey of programming environments and
languages for novice programmers


CAITLIN KELLEHER
Carnegie Mellon University
and
RANDY PAUSCH
Carnegie Mellon University

Since the early 1960’s, researchers have built a number of programming languages and environments with the intention of making programming accessible to a larger number of people. This paper presents a taxonomy of languages and environments designed to make programming more accessible to novice programmers of all ages. The systems are organized by their primary goal, either to teach programming or to use programming to empower their users, and then by the authors’ approach to making learning to program easier for novice programmers. The paper explains all categories in the taxonomy, provides a brief description of the systems in each category, and suggests some avenues for future work in novice programming environments and languages. (…)

Categories and Subject Descriptors: H5.2 [Information Interfaces and Presentation]: User Interfaces – Usercentered design; Interaction styles; Theory and methods; K.3 [Computing Milieux]: Computers and Education General Terms: Design, Languages, Human Factors Additional Key Words and Phrases: Human-computer interaction, Computer Science education, literacy, learning, problem solving


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