Archive for the 'escola' Category

Scratch: programming for all

Que ferramentas lhes colocamos na mão? Que tempo lhes dispensamos numa mediação cada vez mais necessária e, simultaneamente, mais ausente (casa, escola)?

É preciso reflectir… e… agir!

(Recurso partilhado no portal EduScratch – clicar na imagem)

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Scratch no 1ºC e Jardim de Infância – experiências lá fora (Quebec e México)

Vale a pena ver, escutar, ler…
Damos em Portugal os primeiros passos, assim como acontece em outros países. Teremos sempre muito a ganhar com a partilha de experiências e é por isso que no portal EduScratch serão divulgadas actividades dentro e fora de Portugal…

Marie Jobin, débutante en Scratch

 

Mon cheminement avec mes élèves à la maternelle avec scratch 
Comment des enfants de maternelle peuvent-ils scripter ?

AQUI

e AQUI 

Projet Construire une histoire

Outra história – no SCRATCHED

Scratch Club Kids, pilot project launched by ITJ`s Kindergarden

Página correspondente:

Instituto Thomas Jefferson is a private school in Mexico City, Queretaro and Guadalajara. We have integrated Scratch to our everyday learning activities, so our students can express freely, and therefore enhance their creative thinking and self confidence. * In Kindergarden the students are currently creating a Scratch library that gathers the best of their projects. * In Elementary School, Scratch is a tool our kids use to complement their science and social studies projects. They have developed several interactive games to learn in a fun way. * Both Kinder and Elementary have created their own Scratch Clubs to sharpen their teamwork and persuasive skills. * In Middle and High School, our students are mentoring low income schools to enable life in a digital world. To visit our projects, simply search for the word “ITJ” in the Scratch website. Our kids are willing to have some feedback! Account admin: Carolina Jauckens. 

Re (começar)

Ainda com as recordações de Aveiro bem presentes na memória (fica saudade, que a terra é linda): a sessão prática sobre o Scratch que dinamizei com a ajuda do Fernando Milagaia da PT Inovação de Aveiro, o reencontro com amigos da Universidade, o primeiro encontro “real” com a Teresa (Universidade de Aveiro) e com o Augusto (Universidade de Coimbra) que apenas conhecia no virtual e duas das intervenções (mais interessantes) a que assisti… aproveito para regressar à blogosfera partilhando alguns recursos bebidos por lá.

  • Brilhante intervenção de Eduardo Veloso a encerrar o encontro (conferência plenária) em torno do conceito de “Simetria”. Como se não bastasse, ainda nos deixou o seu endereço de correio electrónico e ligações para capítulos de um livro que há-de sair (ainda em revisão) e materiais de um curso alojados na APM. Aqui ficam as pistas… (falta-me um endereço – capítulos do livro, mas já escrevi ao Eduardo Veloso a pedi-lo).

http://www.apm.pt/formacao/tgs_2008/

  • Intervenção de Gary Martin em torno do conteúdo desta publicação do NCTM

http://www.nctm.org/standards/content.aspx?id=23749

http://www.nctm.org/catalog/product.aspx?id=13494

W Gary Martin, John Carter, Susan Forster, Roger Howe , Gary Kader, Henry Kepner, Judith Reed Quander, William McCallum, Eric Robinson, Vincent Snipes, Patricia Valdez

A framework to guide the development of future 9–12 mathematics curriculum and instruction.

Table of Contents (PDF)

Preface (PDF)

 

Scratch@MIT

Daqui a dois anos tenho de regressar…

(2008 foi uma experiência magnífica…)

http://vimeo.com/14115197 from Karen Brennan on Vimeo.

http://vimeo.com/14143301 from Karen Brennan on Vimeo.

Mais aqui

http://vimeo.com/14131431

Em jeito de balanço (Fazer o pino…)

Depois do mestrado, este foi o ano mais intenso que alguma vez vivi.
Para além dos meus 28 alunos na escola, tive cerca de mais 28 x 22 alunos (do 1º, 3º e 5ºs anos) que acompanhei de perto, me conheciam o nome (de muitos também eu sabia o nome), o sorriso e os imensos desafios com que os provocava nas aulas. Criámos laços grandes e fui sempre recebida (por eles e pelos professores) com um carinho que atenuava qualquer cansaço e renovava a energia em cada novo dia de “acompanhamentos” (que eram aulas dadas em par pedagógico com as suas professoras e professores… às vezes durante um dia inteiro: dois turnos de primeiro ciclo de manhã e outros dois à tarde, das 9 às 17:30).

Em fase final de avaliação dos portefólios dos formandos, dou com esta foto dentro de um deles e as memórias regressam todas. Não, não era uma aula de educação física… Para as crianças mais pequenas, se rodarmos uma figura, ela passa a ser uma figura diferente com uma outra designação. Uma das formas de ajudar a desenvolver o sentido espacial e levar os alunos a progredir corrigindo as suas intuições primeiras é usar o corpo neste processo. Tenho sempre voluntários para servirem a causa. O João à noite quando se deita, deixa de ser o João? O João de pernas para cima… já não é nem se chama João?

E como estas, muitas outras aventuras do crescer foram vividas com intensidade. Entre adultos, com as crianças. O saldo é muito positivo, depois da avaliação feita. Nos grupos apenas uma desistência por motivos de saúde… Os restantes concluiram com sucesso a formação e mesmo aqueles que estavam em dificuldade para redigir o trabalho, acabaram por ganhar coragem com o estímulo e a ampliação do prazo (uma das razões pelas quais este ano só conseguirei fechar a “loja” no final de Julho). Mas eles mereciam esse meu esforço de atender às suas dificuldades porque trabalharam muito e nem sempre nas melhores condições. Estão todos de parabéns os meus 28 “meninos” crescidos. Mais laços, mas abraços. Acho que já não sei passar pela vida sem misturar tudo. A dimensão humana das coisas faz mais pelos professores do que a legislação imposta, os chicotes sem nexo, os abusos com que passámos a conviver regularmente.


Também eu fiz o pino o ano inteiro tentando que nada falhasse…

Ainda me falta um pedaço de coisas para colocar em ordem. Na escola ajudar o grupo a pensar o novo programa. Na ESE encerrar a nossa oficina de formação com um trabalho que… me vai custar a fazer (ano longo e denso) mas terá de ser feito. E acabei de aceitar um convite para integrar um grupo do Instituto de Educação… produzir alguns exemplos de trabalho com as TIC, nas nossas áreas científicas, que permitam levar os alunos a atingir determinadas metas de aprendizagem nesta área transversal das tecnologias. Reunião em Lisboa sexta… Não devo ter muito juízo… mas isso não é novidade para ninguém.

Arranjar energia para encerrar o ano… embora agora o compromisso seja entregar os tais exemplos até…. 15 de Setembro… Já se vê…
1,2 e 3 Aveiro, ProfMat
A agenda nunca fica vazia.

Não é como a agenda do Silvestre que mora no meu jardim e o considera já o seu lar, seu retiro seguro, o seu porto de abrigo (e onde tem uma casinha feita de propósito para ele… pois mais um em casa é complicado… os machos fazem resistência e acabariam todos feridos e zangados).

Ai Silvestre… Confesso que às vezes sinto uma certa inveja…

De descoberta em descoberta (múltipos de 11)

Há tempos deixei na teia o testemunho de uma descoberta feita por uma aluna, a propósito dos múltiplos de 11…
 
Já quase todos tinham saído, quando a Inês me chamou por causa de uma “descoberta”… Deixei-a para o fim e fui sentar-me com ela já no intervalo. Aos primeiros minutos, percebi que era coisa “grande” e fui buscar a máquina. Deixo o testemunho…
Dizia-me no fim: aprendemos coisas até nas fichas de avaliação! Se eu tivesse descoberto isto no dia da ficha não tinha tido este exercício incompleto!

 

Esse momento não ficou encerrado em si mesmo e transportei-o para a aula seguinte. Combinámos, eu e a Inês, não abrir o jogo mas sim dar a oportunidade a todos de chegar às mesmas conclusões ou a outras. Entretanto, como se vê no vídeo, a Inês lá levava na mala outro desafio: como seria com números da ordem dos milhares? Será que era possível descobrir nos quatro algarismos alguma regularidade, tal como havia descoberto em múltiplos de 11 com três algarismos (da ordem das centenas?).

O que se segue aconteceu depois em duas aulas e em mais um tempo de Clube (onde quatro alunos pediram para ficar a trabalhar na investigação matemática, em vez de irem para os computadores.)

Pelo caminho ficam os vídeos que fiz na sala de aula de hoje (para memória futura… informação a mais para partilhar aqui), onde a maioria dos alunos se entusiasmou na procura de regularidades e na descoberta de uma regra única que permitisse identificar múltiplos de 11 com quatro algarismos. Conseguiram e ainda exploraram outras variantes e ensaiaram outras hipóteses. Acho que amais surpreendida era eu e acabaram por acreditar que estavam no comando das operações pensando em algo sobre o qual eu nunca havia pensado.
Desafio que levaram para o Clube Scratch time: E com cinco algarismos? Será possível enunciar uma regra comum para todos? Descobrir uma qualquer regularidade?
Deixo algumas imagens do quadro interactivo cheio dos seus contributos, sugestões e também registos, alguns vídeos de hoje (em duas partes) e fotos dos seus cadernos (não solicitei cópia, mas cada um interpretou e organizou os registos do quadro no seu caderno, de forma pessoal). Hoje alguns alunos aprenderam a fazer divisões… sobretudo pelo desejo de avançar na investigação e verificar as suas conjecturas.

Ao fundo, escuta-se a voz do Fred ajudando os restantes alunos nos seus projectos Scratch (por onde fui também passando). Gosto deste ambiente intimista e sossegado. Bom para pensar e fazer descobertas com significado. A Escola dos meus sonhos, a escola de que precisamos, é tão diferente da escola de massas que temos… Tudo o que parece sair barato agora, custará muito caro no futuro.

Mesmo assim… há dias onde tudo parece possível!

Scratch… isometrias… rosáceas… frisos…

Dia passado em volta da preparação das sessões de formação de professores na próxima semana… procurando forma de ligar este trabalho e estes conteúdos à utilização do Scratch…

Com a ajuda do ffred, que me queimou etapas explicando como mudar o centro de rotação dos objectos escolhidos como motivos simples, fiz pequenas experiências com o Scratch…

Acrescento também um filmezinho em torno da construção de rosáceas, mostrando (no Scratch) como mudar o centro de rotação e variar ângulos (e número de repetições para que o produto seja equivalente a 360º). Fica a sugestão… que pode gerar investigações interessantes associadas à prática contextualizada de várias operações e estabelecimento de relações entre elas.

Assim haja computadores nas escolas (estou muito desapontada com o panorama das escolas de primeiro ciclo de Setúbal – e são sete – por onde tenho passado este ano… Qualquer tipo de trabalho deste tipo está inviabilizado à partida. Não há internet sem fios, não há computadores, Magalhães vi uns quatro numa turma de 3º ano. Nada mais… (Não sei bem o que isto quer dizer… mas entristece-me o pouco que se caminhou por estas bandas no seguimento da promessa de equipar melhor as escolas do ponto de vista tecnológico…)

Scratch Project

Scratch Project
Vejam o vídeo directamente no Youtube e com écran cheio…


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