Archive for the 'web 2.0' Category



The Machine is Us/ing Us – Dance Mix


College of Wooster students and faculty create a dance piece around Michael Wesch’s “The Machine is Us/ing Us”.

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Desafiar… Reconhecer… Desafiar mais…

Anda há pouco estava na aula de Ciências com os meus pioneiros do Scratch e, ao dar um pulinho rápido ao portal português, descubro que os desafios da aula já estavam a frutificar.
Mas frutificaram de forma doce: num aluno que este ano ainda não havia regressado ao Scratch, apesar de ser um programador com muito talento.

Se o acontecimento é alheio ao evento de sexta?
Não. Recolhemos e recolheremos por muito tempo o fruto de terem visto o seu trabalho reconhecido e valorizado. Algo tão simples e tão poderoso.
E mais dois alunos vão regressar. O entusiasmo uniu-os a todos de novo em torno do desafio de chegar mais longe.

Porque vivemos tempos de muitas solicitações e, na vida deles, não há lugar para tudo. Têm de fazer escolhas. E depois alterá-las se sentirem que vale a pena.

Dou-me por feliz quando sinto que os desafios têm eco neles.
A minha Buterfly (só com um t de propósito) saíu da aula com um esboço feito no caderno para um projecto sobre o sangue (aqueles planos dela são sempre preciosos) e o Bocas já levava o dele na cabeça sem me dizer nada.
Falávamos há umas horitas da constituição do sangue e das funções dos constituintes e aí está já um projecto sobre os temas que abordámos hoje na aula… Só mais umas pequenas correcções e fica perfeito (por isso não publico ainda aqui). Podem consultar na sua conta Scratch: http://kids.sapo.pt/scratch/users/bocas


Eles já sabem… quando levo a mão à cabeça e interrompo um pensamento… dizem: Lá vai a professora ter mais uma ideia e fazer-nos uns desafios para projectos no Scratch… 🙂

Não se enganam. É mais forte do que eu.

Conhecem-me (tão) bem! (E eu a eles…)

O Clube Scratch time continua animado…

As últimas AQUI e destaque para o terceiro projecto do empenhado e meticuloso Joor,  recém-chegado ao Clube, que revela um interesse, uma curiosidade e uma concentração que o levam a avançar rapidamente sem passar pela habitual enorme quantidade de projectos exploratórios iniciais. Este projecto foi todo ele construído no Clube. O Joor não aluno das minhas turmas. Anda no 5º ano e veio inscrever-se no final do período passado porque um amigo lhe falou do Scratch. Já está a iniciar novo projecto, trouxe pela primeira vez uma pen (mosytrou-ma mal entrou) e continua a fazer-me perguntas muito interessantes e a ser ambicioso nas suas intenções.

Sabe bem ouvi-los a perguntar… Tão bem… Deviam perguntar muito mais

Scratch Project

Play is the Way Kids Learn (sandboxsummit)

(Mitchel Resnick entre os conferencistas… )

This video is from The New Playing Fields: Building a 21st Century Sandbox, the Sandbox Summit conference held on September 24, 2008 in New York City.
http://www.youtube.com/user/sandboxsummit
Alix Kennedy, Editorial Director for Wondertime and FamilyFun magazines leads panelists Jim Gray, Ed.D., Director of Learning at Leapfrog Enterprises; Michael McNally, Director, LEGO Systems; Mitchel Resnick, Ph.D., Professor of Learning Research, MIT Media Lab; and Nancy Schulman, Director, 92nd Street Y Nursery School through “Play is the Way Kids Learn: What Do We Really Want Toys To Teach Them?” a series of questions that examine how toys and technology mix – and how they don’t.

Sandbox Summit is a series of conferences designed to address how technology affects the ways kids play, learn, and connect in today’s digital world. Through high-energy panels, innovative demonstrations, original research and thought-provoking discussions with industry leaders, journalists, analysts, and educators, Sandbox Summit brings an added dimension to corporate conversations. The goal of the Sandbox Summit is to ensure that the next generation of players becomes active innovators rather than passive consumers of technology. To learn more, visit sandboxsummit.org .   (Fonte)

Edutopia Magazine, December 2008 (destaques)

 Edutopia Magazine, December 2008 

Alguns destaques:

Sage Advice: The Know-How That Will Serve Kids Best

What is the most critical skill students should master to succeed?

Turning passion into performance. Too many kids separate their interests from their academics, even if the two have a lot in common. Science class is one thing, and exploring nature in the backyard is another. Separating interests from work is a bad habit that can continue through life if we don’t learn to love what we do.

Jason Freeman

Director

Coalition for Science After School

Berkeley, California

The most critical skill students should master is being able to creatively solve problems. Being able to brainstorm, to create new ideas, and to try new ways to solve problems is essential to our future as participants in a global economy.

Linda Hensley

Special education teacher

Chuckey Doak High School

Afton, Tennessee

Besides reading and math computation, everyone needs to know how to solve problems. The most successful people in our society are not always the brightest academically, but they are all able to solve problems. Not the kind of problems that have trains going in opposite directions at different speeds, but the kind that force you to think through a situation and come up with reasonable alternatives that help you accomplish a task or do a job. Problem solvers have critical-thinking skills and are able to assess along the way whether their thought process is reasonable. Problem solvers also think quickly on their feet, because they do not get distracted with extra information. Regardless of career, students need to be able to think through and solve problems to be successful.

Don Cowart

Principal

Hope Highlands School

Cranston, Rhode Island

The most important skill to teach is thinking. The skills needed for tomorrow don’t exist today, so we must prepare students to be able to think critically and with a systems-based perspective so that they can quickly learn the skills (both physical and mental) they will need to succeed in their lifetime.

Jacob Walker

Computer instructor

Twin Rivers Unified School District

Sacramento, California

 

(…) continua

  

Collaboration Generation: Teaching and Learning for a New Age

Our future success depends on our cooperative agility.

by Grace Rubenstein   

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Collaboration Generation: Special Report

 

O Scratch do MIT: uma história bonita em Português

 

Divulguei-o pela primeira vez aqui em Julho de 2007 (algum tempo depois de ter lido uma notícia do Público a 12 de Junho de 2007) perto do momento em que foi partilhado pelo MIT com o mundo, 17 de Maio, disponibilizando a opção de múltiplas línguas para chegar a todo o mundo).

Também em Junho de 2007 o programador português TenCor Reformado Fernando Frederico – Programador de CAD no Instituto Geográfico do Exército, durante mais de 17 anos, descobre a ferramenta e interessa-se por ela, começando a programar com regularidade (projectos bilingues http://scratch.mit.edu/users/ffred), vindo os nossos destinos a cruzar-se em Janeiro quando descobriu os “segundos” portugueses na plataforma Scratch do MIT com projectos publicados (eu e os meus alunos) e percebemos que… a sua filha era minha colega na escola e a sua neta aluna lá (hoje a neta do ffred é minha aluna, por uma extraordinária coincidência).

Por um acaso proporcionado pelo magnífico universo da ‘net … um engenheiro da PT Inov (de que já falei aqui e aqui ) acompanhou com interesse o meu trabalho com os alunos. A descoberta passou pela Universidade Virtual de Aveiro no SecondLife (tem cooperado com a equipa) e pelo Carlos Santos da UA, que uma vez assistiu a uma pequena comunicação minha sobre o Scratch em Setúbal (num encontro promovido pela ESE de Setúbal). Pouco tempo depois encontrámo-nos os três em Aveiro e ambos insistiram na importância do Scratch e trabalho já feito, acabando por se fazer um telefonema ao Celso (do SAPO) que ficou imediatamente interessado. Não foi por acaso que no Tempo de Teia deixei escrito nesse relato da ida a Aveiro o que se segue:

.

 

“Por todos os motivos. O melhor de todos? A excelente companhia…
Outros em forma de projecto sonhado.
Ainda falta pensar, reflectir, encontrar as formas certas de agir.
Mas é nas sementes que a vida vive antes de ser vida propriamente, portanto… a paciência é a virtude que faz do crescimento a coisa lenta, boa e segura que deve ser.
Se tiver de ser alguma planta útil, será.

.

Daí para uma reunião em Lisboa… depois o meu contacto com a equipa do MIT para conseguir levar alguém da PT SAPO à conferência do MIT Scratch em Julho (na altura as inscrições haviam fechado), foi um passinho. E deram-se então depois outros passos muito importantes nascidos desses momentos e das reuniões que tivemos por lá.

O sonho era criar uma plataforma de acolhimento em Portugal para os projectos já existentes, e a conceber futuramente, em língua portuguesa, (até hoje dispersos na imensa plataforma do MIT que serve o mundo todo e onde os meus meninos têm as suas contas com muitos projectos em português – galerias com os melhores: http://scratch.mit.edu/galleries/view/36346 , http://scratch.mit.edu/galleries/view/36449 , http://scratch.mit.edu/galleries/view/36451 )

Um espaço mais acolhedor e onde sentissem maior atenção e apoio de pessoas que se comunicam em português (recebem até hoje comentários vários de pessoas que não percebem o seu trabalho por não ser em inglês…). Um espaço onde as crianças e os jovens que trabalham em língua portuguesa, e os educadores e pais que os ajudam, pudessem ter um recanto onde trocar ideias e comentários sem se sentir tão perdidos e dispersos como, naturalmente, na plataforma internacional do MIT. Tal só seria possível com um parceiro como a PT, já que, naturalmente, o MIT exigiria financiamento de suporte à continuação da investigação e aperfeiçoamento da ferramenta, para autorizar o acesso aos códigos para criar aquele que será realmente o primeiro portal estrangeiro numa língua diferente – neste caso o português – localizado num servidor em Portugal. Algo especial e com imenso valor que se deve ao empenho e crença na ideia e no projecto. Em simultâneo, foi necessário mover recursos entre os profissionais da PT Inov. (o Fausto a liderar) para melhorar a tradução já existente dos comandos em português, construir o portal e criar uma aplicação em “bom e rigoroso português” ajustável aos monitores mais pequenos (O meu pequenino Asus eee agradece, e todos os outros de pequenas dimensões do mercado, também…) e que permitisse o upload directo na plataforma portuguesa em vez da americana (que serve o planeta). Todos podem continuar a fazer upload em ambas… usando as respectivas aplicações… mas vai ser bom ter este cantinho na nossa língua a partir de Janeiro… Os meus meninos estão entusiasmados pois são pioneiros e serão os primeiros a ter contas Scratch nesse portal. O mais certo é continuarem a publicar em ambas (o que defenderei e promoverei, pois são cidadãos do mundo e devem perceber a importância de se comunicar noutras línguas nessas comunidades internacionais, e mais uma forma de se sentirem motivados a aprender o inglês). O portal em português é uma rampa acolhedora para os mais pequenos e que lhes permitirá depois outros voos.

 

Como vocês sabem das histórias que aqui conto, muitas vezes nem tenho sala nem computadores à altura. Mas sempre trabalhámos com o Scratch como foi possível. Há mais de um ano que o fazemos. Desde que iniciei o trabalho com o Scratch (e tomei a decisão de “investigar” esse trabalho na tese de mestrado) tenho vindo a divulgar o que faço nos blogues Tempo deTeia e Muito mais. Consultando o arquivo do tag Scratch percebe-se o muito que foi já partilhado. Os melhores recursos e alguns dos melhores trabalhos feitos pelos alunos estão em destaque na coluna lateral. Em colaboração com o MIT, que recebeu de braços abertos a sugestão,  inaugurei a secção de documentos de apoio com materiais em língua portuguesa que estão na página do MIT há muito tempo. A convite da Associação de Professores de Matemática, escrevi um artigo sobre o Scratch publicado na sua revista Educação e Matemática no início de 2008 (onde sugiro a necessidade de investir na melhoria da tradução portuguesa das primeiras versões) e a Faculdade de Ciências tem um espaço no Moodle dedicado a esta ferramenta desde que ela surgiu. A ESE de Setúbal tem promovido a ferramenta (tal como fez na altura com o LOGO, quando me iniciei nestas lides das ferramentas de programação para crianças nos anos 80).

 

 

Agora aguardamos com satisfação e expectativa pela história que se vai seguir: um portal Scratch fresquinho a estrear, uma aplicação num português de muito maior qualidade, ajustável a monitores pequeninos (que também serve para os monitores grandes) tudo desenvolvido pela PT em colaboração com o MIT e onde seremos os primeiros a chegar. Um sonho tornado realidade e que ajudámos a construir.

Alegria simples e infantil…


ADENDA: Corrigida que foi, no possível, a reportagem Futuro Hoje, (ao voltar a ser passada pela segunda vez dia 4 de Jan) impunha-se deixar aqui contada a história sem que o fosse por reacção a… mas apenas pelo enorme prazer de

Grown Up Digital: How the Net Generation Is Changing Your World (Don Tapscott)

Pois…
Eu nasci antes de 1977 e continuo a gostar muito de livros.
É uma coisa assim, como dizer, próxima da sedução.
Gosto de lhes mexer, gosto de os levar para todo o lado…
Gosto de os saber meus.

Pronto.

Vou encomendar este. Está decidido

New York Times: Grown Up Digital a “must read”

Posted by: Bill Gillies – Editor on 22Dec 2008
http://grownupdigital.com/

The Times has posted its review of Grown Up Digital. The review’s author, Harry Hurt III, begins with: As the father of an 11-year-old son, I often wonder what’s wrong with kids today. With my child as an exception, of course, they do not seem very bright. They appear to be shamelessly narcissistic, apathetic and lacking in social skills.Skip to next paragraph
And even the best are hopelessly addicted to video games. How can an otherwise healthy boy like mine spend a sunny day playing World of Warcraft for five consecutive hours instead of playing soccer or baseball outdoors?
In Grown Up Digital: How the Net Generation Is Changing Your World (McGraw-Hill), Don Tapscott tries to shatter the negative stereotypes of the so-called Net Geners, who currently range in age from 11 to 31. His book gives parents from the baby boom generation — like me — reason for optimism.
After summarizing some of the book’s main themes, Hurt concludes that “Grown Up Digital is a must read for baby boomers and virtually anyone else born before 1977. As Mr. Tapscott observes, ‘The bottom line is this: if you understand the Net Generation, you will understand the future.’”


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